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| :: MASHUP :: Lincoln e Boba Fett. Artista desconhecido :: |
| :: The Chemical Brothers - Chemical Beats + Pulp Fiction + Jim Morrison [Victor Hugo Mafra MASHUP] (2000) :: |
Mashup Cartola - Minha + Tropkillaz - Hotdamn! [Victor Hugo Mafra MASHUP].
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| Philippe Petremant |

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| Street art - Japanese girl de Stijn Hosdez |
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| 303 by James Enox |

Após ler Antropologia das Emoções de Claudia Barcellos Rezende e Maria Claudia Coelho da série livro de bolso da FGV tive vontade de expressar minhas condolências. O Livro possui quatro capítulos, e neste texto expresso um resumo de cada um. Faço questão de agregar conclusões tiradas em debates com colegas para o PAPO MACACO. Houve um espanto da minha parte de como as conclusões e certezas desenvolvidas nos debates antecipariam a bibliografia que estava por ler, ainda mais a afinidade nas conclusões contidas na mesma. Em todo final da sessão do PAPO MACACO fica: “Se questionar é o caralho!! Viva a ignorância!”![]() |
| Desenhado por Jason Seller |
... ATÉ A AMAZÔNIA?!
Este é um trabalho que reflete cada dia dos quase se anos, desde o nosso primeiro momento. É um trabalho que foi se formando através do tempo, dos aviões, das estradas, do conhecimento das pessoas, do ver e sentir o povo, dos shows no meio da rua, em cima de caminhões, nos campos de futebol, etc... É uma visão geral. Poderia chamar-se O Artista e o Mundo ou O artista no Mundo, pois ele reflete uma visão nossa e de tudo acontecido em nossa volta. A nossa sugestão é dar as mãos. Pois aprendemos no trabalho que o problema maior do artista é não dançar na mesma roda.
Marcelo; sempre na busca de uma organização mais-que-perfeita. O artista conscientizando-se de uma profissionalização maior. O artista com os pés no chão.
Zé da Flauta; pifeiro nato, único ofício. Definitivamente músico.
Luciano; contribuinte forte para a formação de uma escola de bateristas e percussionistas brasileiros.
Toinho; viveu o advento da Indústria no Nordeste. Nela buscou solução profissional. Foram necessários 10 anos para a opção definitiva: Músico. Fez direção musical desse trabalho.
João de Jesus; em Belém do Pará poeta de fato professor de direito. Sua aparição neste trabalho significará uma definição melhor do poeta.
José Chagas. Vejamos as palavras do poeta: “Entrei em contato com o mundo em Santana dos Garrotes, no sertão da Paraíba, filho de pais ocupados nos trabalhos do campo, lutando contra flagelos da natureza e da política dos homens. Daí minhas raízes com a terra, minha comunhão com as vozes que exprimem a angústia do Nordeste, e o sempre confronto de minha poesia com a fala do povo.”
Armando Pitigliani; o nosso produtor. Uma mão forte sentida durante o período de gravação preocupado com os mínimos detalhes.
Watson; datilógrafo (diplomado), decorador, confecciona faixas de rua e placas para barbearias e casa de comércio; - Pinta o 7. Criou o visual deste trabalho com muito carinho.
Vital Santos; um dos continuadores de Hermilo Barba Filho, no Teatro popular do Nordeste. Autor e Diretor voltado para as tradições de Nossa cultura. Deu ao show as cores mágicas da fantasia nordestina.
Ângelo (anjinho); filho da terra do coroné Chico Heráclito (Limoeiro-PE), para os menos avisados. É o “faz tudo” do grupo, a infra-estrutura necessária ao seguimento do trabalho.
Benedito; o nosso revisor administrativo, perfeccionista dedicado e amigo.
Luiz Cláudio e Ary; ajudados pro Aníbal e Julinho. Tripulação técnica e cuidadosa que apurou o SOM nesta nossa viagem.
Mario e Bonfim; completam a nossa roda, paus pra toda obra sempre prontos a atender o chamado.
Resta-nos dizer apenas: “ouça o disco e venha juntar-se a nós. A roda tem que crescer, uma mesma música será dançada dos confins do mundo ...até a Amazônia?!
Texto retirado da contracapa do disco.
Ficha Técnica
Gravado nos estúdios: Phonogram, Barra da Tijuca – RJ.
Direção da Produção: Armando Pittigliani.
Coordenação Artística: Roberto Santana.
Direção Musical: Toninho Alves.
Arranjos: Quinteto Violado.
Vocal: Marcelo, Fernando, Toinho.
Sanfona & Violas: Fernando Filizola.
Violão: Marcelo Melo.
Baixo: Toinho Alves.
Percussão: Luciano Pimentel.
Técnicos de Gravação: Luiz Claudio & Ary Carvalhaes.
Assistentes: Anibal, Julinho e Vitor.
Corte : Ivan Lisnik.
Capa: Watson.
Foto Contracapa: Aramando Pittigliani.


Em um minuto de audiovisual deu para expressar completamente a admiração pela plasticidade do mal. A facilidade de editar vídeos, criar batidas e fazer versões de músicas nas quais gosto geraram esses vídeos de um minuto. Em poucas horas cato, mastigo e cuspo o que na cabeça estava. Foi assim com o vídeo do ‘O homem que desafiou o Diabo’ e posteriormente com ‘Senhor dos anéis’ e ‘Batman’. Tudo surge das cenas dos filmes nas quais matutam idéias que ficam loopeando na cabeça até serem exoneradas. Por trás desse um minuto e pouco existe uma balela. Cuspidas diretamente do inconsciente, escarradas em curto espaço de tempo e com concisão. No vídeo ‘Who’re you working for?’ o que motivou foram os aspectos plásticos das mascaras, em especial a do filme ‘Senhor dos anéis’. O próprio titulo do vídeo indaga a balela. Chego a uma satisfação técnica e tecnológica com relação à criação audiovisual, apenas uma de várias.
:: Who’re you working for? ::
:: O homem que desafiou o Diabo ::
:: Por aí - Gonzaguinha ::
:: CH001 ::

Vídeo feito com pequeno pedaço da música “Escape Velocity” editado por Abrann Zdar. Todas as oito músicas do álbum terão vídeos.


















Foram quase seis anos de espera entre o primeiro e segundo álbum. O terceiro álbum Lambs Anger que musicalmente parece uma continuação do segundo Moustache definiu a sonoridade do Mr. Oizo. Vous allez crever!
Não diria que é contraditório mistura cozinha e sala. É sempre bom escutar um vocal com sotaque abrasileirado, batidas bem feitas e sirenes bem arrumadas. São muitos os produtores de música eletrônica, são muitos os veículos pra divulgar e poucos pra escutar. No Brasil são quatro milhões e uns trocados. Todos estão fazendo e escutando suas próprias músicas.
Mérito por fazer diferente e não ser rotulado. Álbuns como esses se tornam únicos pela criatividade, talento, ferramenta e um bom contato. Parabéns ao efêmero que alguns guardam.
Tão diferente e único que AfkuFen só lançou esse. Os programas de áudio sofrem a cada ano grandes evoluções. No começo da década 00 apareceram vários programas junto com processador Pentium 4, isso deu novas ferramentas para explorar a produção musical. My Way é o registro da criatividade, talento e ferramenta. Essas são as únicas coisas que assustam, ou melhor, diferenciam a década 00.
Não é álbum mas uma compilação de trinta artistas diferentes. O disco foi editado por Richie Hawtin a.k.a. Plastikman usando samplers das músicas desses trinta artistas. A década 00 acaba com a conquista do Minimal, não como estilo musical mas como conceito. Quem tem boa memória deve lembrar como o Electro era forte nos primeiros anos da década 00. Na segunda metade o Minimal, estilo musical, começou a virar febre. Demais estilos como House, Electro e principalmente o Techno se contraíram. No final da década 00 o Minimal é um conceito na produção da música eletrônica. Os álbuns do Plastikman são exemplo do minimalismo na música e estão por aí desda década de oitenta.A demora na transição de uma década a outra é inevitável. A característica só emerge após dois a quatro anos. A primeira década do século XXI trouxe um impulso na música eletrônica devido à tecnologia. São apenas três décadas explorando a ferramenta que depende exclusivamente da criatividade e sensibilidade de quem cria. Os pioneiros da música eletrônica são aqueles que detêm conhecimento sobre a tecnologia e a usam para tirar um zumbido da cabeça e colocar nos ouvidos alheios tentando gerar alguma sensação ou emoção. Dos sintetizadores e baterias eletrônicas ao computador e seus programas. Que venha mais uma década.