:: Abrann Zdar ::

Cada um com seu horizonte

e seu alter ego [Victor Hugo Mafra]

:: Papo MACACO #04 ::

Published by Victor Hugo Mafra under on 16:23

Após ler Antropologia das Emoções de Claudia Barcellos Rezende e Maria Claudia Coelho da série livro de bolso da FGV tive vontade de expressar minhas condolências. O Livro possui quatro capítulos, e neste texto expresso um resumo de cada um. Faço questão de agregar conclusões tiradas em debates com colegas para o PAPO MACACO. Houve um espanto da minha parte de como as conclusões e certezas desenvolvidas nos debates antecipariam a bibliografia que estava por ler, ainda mais a afinidade nas conclusões contidas na mesma. Em todo final da sessão do PAPO MACACO fica:  “Se questionar é o caralho!! Viva a ignorância!”

Emoções: Biológicas ou culturais?
“A capacidade de sentir emoções resultaria do equipamento biológico e psicológico inerente à espécie humana e seria, portanto, universal.”
A cognição gerada pela comunicação nos primórdios do homo sapiens deu o start para criação de partições no cérebro humano. Foi necessário gerar uma eficaz demonstração de reações através do corpo. A tarefa de processar as informações e expressa-las gerou reconhecimento do sentir. Dos mais de cem mil anos da espécie homo sapiens as emoções primordiais trabalhavam a mercê do instinto. O medo como um dos principais sentimentos se situa na base primária do cérebro. A raiva teve uma grande evolução até o ponto de ser controlada. Usada em animais instintivos como lobo quando demonstra agressividade ao defender a prole, presa ou território. A humilhação potencializa a ira, a raiva. Um lobo, quando subjugado pelo líder da matilha, não se sente humilhado. Já um ser humano quando humilhado, tende prontamente obter de volta o seu conforto emocional até as ultimas conseqüências se essencial achar. As emoções são dispositivos evolutivos criados por uma espécie vigente no seu habitat que chegou ao patamar de ser controlado por tal.

Emoções: individuais ou sociais?
“... a emoção é entendida, no senso comum das sociedades modernas complexas ocidentais, como algo que diz respeito à singularidade psicológica do sujeito, o que a tornaria portanto refratária a condicionamentos de natureza sociocultural.”
Sobre a cultura ocidental pode-se dizer que as emoções passam a ser tomadas como um idioma que define e negocia as relações sociais. Porém não existe só o ocidente, um exemplo presente no livro; a antropóloga americana Laura Bohannan conta a história de Hamlet para uma tribo africana. Uma das pindimbas foi que os africanos não acreditaram na aparição do fantasma do pai a Hamlet: "O que é um 'fantasma'? Afinal, pessoas mortas não falam, não têm materialidade. Só pode ser um agouro, enviado por um feiticeiro, ou um zumbi." Sendo assim Hamlet se passa de besta.
As emoções nas questões biológicas sofrem o mesmo processo evolutivo que o corpo, um egípcio no tempo de Tutancâmon possuía o mesmo "setup" de emoções de um nos dias de hoje. O que difere é o sistema social, a cultura vigente. Cada individuo gera sua própria resposta aos estímulos moldados pela vivência a um regime social. As emoções são individuais porém regradas pelo sistema social e mais discernidas pelos contextos sociais.

A micro política das emoções
“... seu potencial para dramatizar/alterar/reforçar a dimensão macrossocial em que as emoções são suscitadas e vivenciadas.”
Toda a experiência humana é passada de geração a geração. Para senso comum a cultura ocidental é tida como a cultura mais desenvolvida.  Em qualquer sistema social há de haver indivíduos que se questionem em busca do entendimento ou verdade, e onde há maior liberdade e necessidade dessa busca é na cultura ocidental. De fato essa cultura não tem discernimento sobre qual seria o uso atual das emoções, e tenta entender questionando como o ser humano vivia as emoções no passado. A análise que o ser humano faz de si e seu ambiente é sempre tardia, se os atos de Alexandre O Grande, Napoleão ou Hitler fossem deduzidos pelo povo, assim dizendo, não haveriam tantos. E foram as emoções elevadas de um individuo que manipularam as emoções de milhares.

As emoções nas sociedades ocidentais modernas
“... uma sociedade intimista que passou a subjugar a experiência da vida em público ao seu significado subjetivo para o individuo.”
O bom das sociedades ocidentais modernas é a autenticidade do individuo, a espontaneidade, o uso e consequência das emoções. Existe sim uma “etiqueta”, mas o ser humano é mais confiável quando não passa suas emoções por filtros. Existe a premissa da valorização do outro, da vida, onde o exercício de controle das emoções se faz presente. Não tendo como regulador os parâmetros religiosos ou qualquer outro tipo de dogma, tem-se apenas o ser humano com o entendimento e regulação de suas emoções, que é a grande questão evolutiva da espécie humana.

Conclusão
O ser humano antes de tudo é um animal que desenvolveu meios de compreender e sentir o seu ambiente. Passadas as faces de crer no imaginário agora está voltando atenção a quem realmente importa, a si próprio. É um processo evolutivo que tem uma finalidade. As emoções não foram desenvolvidas para devaneio/prazer de uma espécie, e sim como processo evolutivo para sobrepujar sua própria natureza removendo-o dessa cadeia e respondendo assim o questionamento, e portanto sua finalidade.

Papo Macaco também está no Fanzine Tralha Malocada:
http://tralhamalocada.blogspot.com.br/

:: Papo MACACO #05 ::

Published by Victor Hugo Mafra under on 11:38
Desenhado por Jason Seller
A cascata tecnológica vai um dia permitir o inimaginável. O direito, o patrimônio da arte está sendo descascado. Transição do que era original imaculado e orgânico para a reciclagem e questionamento da arte. A resposta do porquê o homem criou a arte contém três letras e, g e o. Toda forma de arte é feita para exteriorizar, cultivar e explorar o eu. Aglomerados egocêntricos escolhem suas representações, cada movimento artístico, tendência, surge para diferenciar um resumo de gostos e similaridades. Tudo é a mesma coisa, só a ilusão que não. Arte como devaneio depois da descoberta. Arte sem O divino apenas como sensação. O último movimento intelectual será matar as emoções e junto com ela a arte e O divino. A arte é usada como remédio para o homem. Separe o eu do ego para notar que o ‘fazer arte’ alimenta o ego que realimenta o eu. Tão somente dessa forma o homem atual consegue suportar sua existência. Retire as emoções do homem e a arte morre, porém surge o ‘super-homem’*.

* O Super-Homem de Nietzsche


Papo Macaco#01
http://abrannzdar.blogspot.com.br/2009/04/papo-macaco-01.html
Papo Macaco#02
http://abrannzdar.blogspot.com.br/2010/01/suavemente-aquele-que-sente.html
Papo Macaco#03
http://abrannzdar.blogspot.com.br/2010/02/papo-macaco-03.html
Papo Macaco#04
http://abrannzdar.blogspot.com.br/2012/04/papo-macaco-04.html


:: Boca fechada não entra mosquito ::

Published by Victor Hugo Mafra under on 13:50


No final o facebook ou qualquer outra rede social é apenas um palco para motivos egocêntricos. Nada de mal em exercitar o ego, mas ao se perguntar por qual motivo se usa a rede social e um silêncio surgir... Ache um. Todas aquelas balelas psicológicas sobre o botão curtir, caso não saiba já foram discutidas fora e dentro do facebook, mas como todos os assuntos no face são tão superficiais quanto as notícias do Vídeo Show, o assunto passou desapercebido. Já viu algum protesto do facebook dar algum tipo de resultado? Dado o direto de “achar”, muitos acham que postando fotos ou comentários contra o aumento do preço da passagem de ônibus ou barca algo irá mudar. Papo de doidão pra quem não sabe é aquela conversa de bêbado onde promessas são feitas e realizações alcançadas, porém tudo se vai com o sono (desmaio) e pela urina de manhã. Facebook é papo de doidão virtual, o esquecimento vem com o contínuo postar e nem linha do tempo segura.

Dizer que você está indignado, feliz, de luto ou apaixonado só é válido pra quem quer essa informação. Das mais variadas informações as relevantes são se você mora sozinha(o), em casa ou apartamento, qual é vossa condição financeira e se você está ou não em casa. Brincadeiras reais/catalíticas a parte, se tu não és um atiçador cultural, artista, aquela gostosa do bairro ou está vendendo algo em promoção, saiba ao menos que para uma pessoa você não fede nem cheira.

Se postas o que tu gostas apenas como demonstração do seu ser é totalmente compreensível e válido, assim fica fácil outras pessoas detestarem ou curtirem vossa persona. Agora se ficas no desespero postando pra ver o globinho azul ficar vermelho e cheio de numerozinhos, é melhor sair de tanguinha pela rua. 

Aos que defendem religiosamente o facebook se este texto tivesse um botão caguei, não consigo nem imaginar,  a quantidade estaria quase igual às besteiras que aparecem no facebook. Este texto e o facebook são lugares de piadas e sátiras. Porém, no face a opinião já está lá basta clicar em compartilhar caso esteja sem. Neste FaceZine ao menos você leu o texto, cagou ou curtiu, e ainda assim está processando (com chances de um dia concluir algo). No face a convergência de opiniões atinge primeiramente aos que não as têm, em seguida aos que fazem uso da rede social apenas para distração e se deixam levar. Nada melhor do que se deixar levar por risos e distração, se é que você me entende, entende? 

Talvez já tenha até compartilhado foto de pessoas desaparecidas ou procuradas por alguma atrocidade com gatos (especificamente). Agora, você já viu alguma foto ou texto compartilhado dizendo que a pessoa procurada foi achada? Chega de falar mal das redes sociais, pois faço uso delas e não quero ser deletado da novela das nove.

Está sem opinião!? Compartilhe essa!!

:: Quinteto Violado - Antologia do Baião (1977) ::

Published by Victor Hugo Mafra under on 18:08


Naquele ano de 1945, a música popular brasileira vivia entre o samba-canção e os ritmos importados, com absoluta predominância do bolero. Atravessávamos uma das muitas fases de invasão cultural em nossa música e até as canções puras dos sertanejos estavam se alterando, recebendo retoques abolerados ou sendo compostas dentro das rigorosas estruturas do próprio bolero. É bom acrescentar que ainda por essa época, o nosso samba-canção (que era apontado como a moderna forma de cantar modinhas) sofria alternações rítmicas profundas e dava origem a um outro tipo de música que foi logo sendo batizado de “sambolero”. Quem duvidar, pode percorrer os arquivos dos pesquisadores, que há de encontrar melodias impressas ou gravadas com a designação genérica de “sambolero”. Portanto, um panorama bem mais internacional do que nacional, em matéria de música popular, no Brasil.

Um dia agosto desse mesmo ano de 1945, Luiz Gonzaga foi ao encontro de Humberto Teixeira, cunhado de Lauro Maia, que o indicara para ser seu parceiro numa empreitada que ele se propunha realizar. É que Luiz pretendia lançar, no Rio, a autêntica “música do Norte”. Precisava de alguém que o ajudasse, que escrevesse letras para as melodias que sabia fazer. Houve entendimentos imediatos, facilitados pela identificação dos mesmos ideais que ambos alimentavam e o “comum acordo” chegou quando falaram em “baião”. Ora, o “baião” ou “baiano”, era uma das muitas danças populares (da Bahia prá cima), onde se usa as palmas, o sapateado, o estalar de dedos, além de uma coreografia em tudo descendente dos primitivos batuques, inclusive com a umbigada, que caracteriza a troca do par de dançarinos-solistas, em meio a uma roda. Só seu ritmo, entretanto, entrava aqui nas cogitações de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, dispostos a propagá-lo com o auxílio de linhas melódicas cantadas, baseadas no rojão (aquela espécie de intermezzo musical dos cantadores em desafio), e, principalmente, fundamentadas no sistema modal (anterior ao tonal), com o sétimo grau da escala, abaixado. Em dó maior, por exemplo, o si é sempre bemol. Foi assim que num piscar de olhos, nasceu o “Baião”. (Eu vou mostrar prá vocês como se dança o baião... etc.), resultado daquele encontro histórico e primeiro êxito de um gênero novo que viria suplantar tudo, inclusive desbancar a tal invasão de ritmos importados, com predominância do bolero.

O baião, agora gênero musical além de dança (tal como aconteceu com o samba), estava vitorioso, principalmente porque foi logo adotado por outros autores do Sul, como Hervê Cardovil, e recebeu a adesão imediata de nordestinos como Luiz Bandeira, Zédantas, Guio de Moraes e tantos mais, que, dedicando-se ao baião, ajudaram a abrasileirar, outras vez, a nossa música popular. O sucesso foi tão grande que lá fora de nossas fronteiras houve logo forte ressonância... Lembrando –se do “Baião de Ana”? 

É claro que o novo gênero haveria de fazer escola, que haveria de arrastar consigo uma legião de outros gêneros satélites, como a toada, o xote, o xamego, o rojão, o côco, etc., e haveria, também, de dar campo ao trabalho de grandes nomes desta área:  Jackson do Pandeiro, Carmélia Alves, Rosil Cavalcanti, João do Vale, Dominguinhos, o próprio Quinteto Violado, enfim, uma porção de outros mais. Nomes, agora, históricos, porque, na época, ninguém estava pensando na importância do movimento que eclodiria, espontaneamente, a partir daquele dia de agosto de 1945, quando Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira se encontraram num escritório da Avenida Calógeras, Aqui no Rio, tentando dar asas ao poder criativo de ambos e procurando fazer com que os brasileiros contassem um pouco mais a nossa música, se preocupassem um pouco mais com a nossa cultura, que é imensa, rica e bela e que está aí, à disposição de todos aqueles que a desejarem cultivar.
Paulo Tapajós

Ficha Técnica:
Produzido e Dirigido por: Paulinho Tapajós.
Direção Musical: Toinho Alves.
Mixagem: João Moreira, Toinho Alves, Paulinho Tapajós.
Técnicos de Gravação: João Moreira Chocolate (Faixa B-1). 
Auxiliares de Estúdio: Aníbal, Julinho “Nescau”.
Estúdio: Phonogram.
Corte: Luici Hoffer.
Direção de Arte: Aldo Luiz.
Lay Out e Arte Final: Jorge Vianna.
Texto: Paul Tapajós.

Músicos:
Toinho Alves – Voz, Baixo Acústico.
Marcelo Mello – Voz, Violão.
Fernando Filizola – Voz, Viola, Sanfona, Ritmo.
Luciano Pimentel – Bateria, Ritmo.
José – Flautas.
Quinteto Violado – Arranjos.
Participação especial de Luiz Gonazaga – Voz, faixa: Asa Branca, Acordeon.

Lado A
1. Asa Branca – Luiz Gonzaga
2. Madame Baião / Xanduzinha / Adeus, Maria Fulô
3. São Jooão do Carneirinho / São João na Roça / Polca Fogueteira
4. Derramaro o Gai / A mulher do Aníbal / Sebastiana
5. Na terra como no Céu / Fica mal com Deus
6. Sodade, meu bem, sodade / Mulher Rendeira / Meu Pião

Lado B
1. Xote das Meninas / O Chêro da Carolina / Peba na Pimenta / Severina Xique Xique
2. Acauã / Briga de Faca / Corisco
3. Canção da Fé / Baião da Penha / Frei Damião
4. Só quero um Xodó / Lamento Sertanejo / Forró do Dominguinhos
5. Pisa na Fulô / Cintura Fina / Riacho do Navio
6. Algodão

BAIXE p/ LEVANTAR:


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:: Quinteto Violado - ... até a Amazônia?! (1978) ::

Published by Victor Hugo Mafra under , , on 16:58

... ATÉ A AMAZÔNIA?!

Este é um trabalho que reflete cada dia dos quase se anos, desde o nosso primeiro momento. É um trabalho que foi se formando através do tempo, dos aviões, das estradas, do conhecimento das pessoas, do ver e sentir o povo, dos shows no meio da rua, em cima de caminhões, nos campos de futebol, etc... É uma visão geral. Poderia chamar-se O Artista e o Mundo ou O artista no Mundo, pois ele reflete uma visão nossa e de tudo acontecido em nossa volta. A nossa sugestão é dar as mãos. Pois aprendemos no trabalho que o problema maior do artista é não dançar na mesma roda.

Aqui estamos de mãos dadas:
Fernando; violeiro, sanfoneiro, forrozeiro, peladeiro, caminhante. Numa ida a São Luís do Maranhão descobriu Zé Chagas e aqui mostra pra vocês.

Marcelo; sempre na busca de uma organização mais-que-perfeita. O artista conscientizando-se de uma profissionalização maior. O artista com os pés no chão.

Zé da Flauta; pifeiro nato, único ofício. Definitivamente músico.

Luciano; contribuinte forte para a formação de uma escola de bateristas e percussionistas brasileiros.

Toinho; viveu o advento da Indústria no Nordeste. Nela buscou solução profissional. Foram necessários 10 anos para a opção definitiva: Músico. Fez direção musical desse trabalho.

João de Jesus; em Belém do Pará poeta de fato professor de direito. Sua aparição neste trabalho significará uma definição melhor do poeta.

José Chagas. Vejamos as palavras do poeta: “Entrei em contato com o mundo em Santana dos Garrotes, no sertão da Paraíba, filho de pais ocupados nos trabalhos do campo, lutando contra flagelos da natureza e da política dos homens. Daí minhas raízes com a terra, minha comunhão com as vozes que exprimem a angústia do Nordeste, e o sempre confronto de minha poesia com a fala do povo.”

Armando Pitigliani; o nosso produtor. Uma mão forte sentida durante o período de gravação preocupado com os mínimos detalhes.

Watson; datilógrafo (diplomado), decorador, confecciona faixas de rua e placas para barbearias e casa de comércio; - Pinta o 7. Criou o visual deste trabalho com muito carinho.

Vital Santos; um dos continuadores de Hermilo Barba Filho, no Teatro popular do Nordeste. Autor e Diretor voltado para as tradições de Nossa cultura. Deu ao show as cores mágicas da fantasia nordestina.

Ângelo (anjinho); filho da terra do coroné Chico Heráclito (Limoeiro-PE), para os menos avisados. É o “faz tudo” do grupo, a infra-estrutura necessária ao seguimento do trabalho.

Benedito; o nosso revisor administrativo, perfeccionista dedicado e amigo.

Luiz Cláudio e Ary; ajudados pro Aníbal e Julinho. Tripulação técnica e cuidadosa que apurou o SOM nesta nossa viagem.

Mario e Bonfim; completam a nossa roda, paus pra toda obra sempre prontos a atender o chamado.

Resta-nos dizer apenas: “ouça o disco e venha juntar-se a nós. A roda tem que crescer, uma mesma música será dançada dos confins do mundo ...até a Amazônia?!

Texto retirado da contracapa do disco.

Ficha Técnica
Gravado nos estúdios: Phonogram, Barra da Tijuca – RJ.
Direção da Produção: Armando Pittigliani.
Coordenação Artística: Roberto Santana.
Direção Musical: Toninho Alves.
Arranjos: Quinteto Violado.
Vocal: Marcelo, Fernando, Toinho.
Sanfona & Violas: Fernando Filizola.
Violão: Marcelo Melo.
Baixo: Toinho Alves.
Percussão: Luciano Pimentel.
Técnicos de Gravação: Luiz Claudio & Ary Carvalhaes.
Assistentes: Anibal, Julinho e Vitor.
Corte : Ivan Lisnik.
Capa: Watson.
Foto Contracapa: Aramando Pittigliani.



:: Wilson Simonal - Alegria Alegria Vol. 4 (1969) ::

Published by Victor Hugo Mafra under , , , on 14:00
As capas dos vinis da Odeon eram embaladas com plástico irremovível.


"Alegria Alegria Vol. 4 ou homenagem à graça, à beleza, ao charme e ao veneno da mulher brasileira" (Odeon, 1969) é o quarto e último volume da série Alegria Alegria, auge da carreira fonográfica de Wilson Simonal. Os carros-chefe aqui são as Benianas Que Maravilha e País Tropical, mas o LP como um todo é espetacular; Evie apresenta Simona cantando em inglês - ao que consta, ele desconhecia a língua, e decorava as músicas com uma facilidade ímpar. Disco sensacional. Baixe na fé!

Obs. agradecimento especial ao parceiro Daniel Tamenpi, do blog Só Pedrada, que passou ao OPS™ o link desta raridade, único disco originalmente ausente da coleção de nosso numeroso e oneroso quadro de funcionários, colaboradores, estagiários e freelas.

1. Maquilagem
2. Porque hoje é domingo
3. Evie
4. Brasileira
5. Olho D'agua
6. Canção da criança
7. Eu fui no Tororó
8. Que maravilha
9. Que loira
10. Quem Mandou
11. Pais Tropical (Sou Flamengo)
12. Adios, Muchacho, Adios

Baixe!



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:: Buddy Miles ::

Published by Victor Hugo Mafra under , , , , on 13:43

Buddy Miles morreu numa terça-feira dia 26 de fevereiro de 2008 aos 60 anos. Baterista, guitarrista e vocalista que pelo tamanho se fazia de três em um. Já tocou com Stevie Wonder, Muddy Waters, David Bowie, George Clinton, Santana, Bootsy Collins e Band of Gypsies do guitarrista Jimi Hendrix. Já foi em cana pelo óbvio e seu aclamado disco é Them Changes de 1974.


:: Buddy Miles - Electric Church (1969) ::

:: Carlos Santana & Buddy Miles - Live! (1972) ::

:: The Best of Buddy Miles ::

:: Buddy Miles - Expresss ::

:: Jimi Hendrix - Band of Gypsys (1970) ::
http://rapidshare.com/files/120184680/1970_-_Band_Of_Gypsys.rar

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